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Polibrasil representa setor petroquímico na Fispal Tecnologia 2005
Empresa será a única petroquímica a ter estande na feira que mostra as novidades do setor de embalagens e processos industriais.
A Polibrasil será a única empresa petroquímica a contar com um estande na Feira Internacional de Embalagens e Processos Industriais 2005 (Fispal Tecnologia). O evento será realizado entre os dias 23 e 26 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi.
Além do estande a Polibrasil também é uma das patrocinadoras do "Espaço Infinito", que mostrará as novidades em embalagens apresentadas nas mais importantes feiras mundiais do setor, como MetPack, InterPack, Emballage e K. O "Espaço Infinito" também servirá para promover um fórum de debates entre profissionais da área.
A Fispal Tecnologia 2005 contará com 1.700 expositores que apresentarão suas novidades na área de embalagens e processos industriais. A expectativa da organização do evento é que cerca de 70 mil pessoas visitem o local durante os quatro dias de feira. Ainda de acordo com a organização, os negócios gerados devem ser da ordem de R$ 3,5 bilhões.
Com um espaço de 45m2, a Polibrasil Resinas é a única petroquímica a participar da Fispal Tecnologia com estande. Embora pertença à segunda geração petroquímica, a empresa acredita na importância de sua participação no evento no sentido de estreitar relações com todos os segmentos da cadeia petroquímica e do plástico. "Nosso maior objetivo é fortalecer os laços com os clientes de nossos clientes. Dessa forma acreditamos que estaremos fortalecendo também o elo com toda a cadeia petroquímica e do plástico", afirma Roberto Ribeiro, gerente de marketing da Polibrasil.
De acordo com Ribeiro, a participação da Polibrasil na Fispal Tecnologia 2005 faz parte da política de atuação da empresa, como líder no mercado de polipropileno na América Latina. "Procuramos sempre reafirmar nosso posicionamento como empresa compromissada com a evolução do setor petroquímico e do plástico", comenta.
A Polibrasil é líder no mercado de polipropileno na América Latina e pioneira na fabricação desta resina na região. Fundada em 1978, a empresa é formada pela associação de dois grandes grupos, Suzano Petroquímica e Basell Polyolefins. A empresa, que gera 500 empregos diretos, conta atualmente com três unidades produtivas de polipropileno e uma de compostos de polipropileno: Camaçari (BA) - 125 mil ton/ano de PP e 24 mil ton/ano de compostos de polipropileno; Duque de Caxias (RJ) - 200 mil ton/ano de PP e Mauá (SP) - 300 mil ton/ano de PP. Em 2004, a Polibrasil anunciou investimentos de US$ 80 milhões para ampliação de sua produção de polipropileno em Duque de Caxias (de 200 para 360 mil toneladas/ano) e também para a construção de um terminal marítimo para recebimento de matéria-prima. Ainda no estado do Rio a Polibrasil investirá US$ 217 milhões em uma nova planta de 400 mil ton/ano; investimento que espera definição de nova refinaria da Petrobrás no Estado. Já no Estado de São Paulo, em Mauá, a Polibrasil está investindo US$ 46 milhões para ampliação de sua capacidade produtiva (300 para 450 mil toneladas anuais). Na área de compostos de polipropileno, a Polibrasil está investindo R$ 45 milhões na construção de uma nova fábrica deste produto em Pindamonhangaba (SP), com capacidade produtiva de 32 mil toneladas/ano, para atender à crescente demanda do setor automotivo por esta resina.
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